Relatos de uma menina mimada egocêntrica entediada da vida!
-porque nem tudo se consegue!
porque um dia me disseram que nunca é tarde pra correr atrás
e eu mesma disse
- Isso não vai acontecer de novo, vou ser feliz!
mesmo sabendo que a felicidade nunca se consegue, porque você sempre procura mais
mas você sabe que naquele momento você vai estar feliz
pois bem corra atrás, viva, e sobre tudo ame!
AME MUITO, caia
- hoje acordei dizendo que felicidade não se compra e nunca vai estar num pote de sorvete!
e se estiver, um dia ele acaba!
todo amor insuficiente, todo amor gasto, todo amor demasiado, todo amor...
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
eu que aprenda a levantar
Minha vida está se preenchendo de um vazio profundo, cada dia útil mais inútil me torno, estou com vontade de sair gritando como louca por ai
Parece até que estou desiludida, não é? quem és tu, voz misteriosa, que me chama e me empurra ao caos da boémia?
Até parece que estou de fossa!
eu não vou me importar com a maldade de quem nada sabe!
Parece até que estou desiludida, não é? quem és tu, voz misteriosa, que me chama e me empurra ao caos da boémia?
Até parece que estou de fossa!
eu não vou me importar com a maldade de quem nada sabe!
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
Falei para não apostar nesse cavalo!
Já não desejo mais viajar no tempo e sim subir no telhado. Não me interessa capturar a abelha rainha, o que quero saber é o nome do lugar onde o Homem Invisível compra roupa e se sua alma dói e se caiu alguma vez na armadilha de amar
Não sou um trapaceiro, não passo noites em claro imaginando como será o próximo inverno. Lá fora há pasto suficiente para mais um cavalo e nas ruas molhadas, muitos caras durões. O que quero saber é em que o Homem invisível pensa quando os pássaros riem e os insetos zumbem, que cor têm os seus olhos quando se apaixona, o que dizem os bizões quando o homem invisível os cavalga.
Não sou um trapaceiro, não passo noites em claro imaginando como será o próximo inverno. Lá fora há pasto suficiente para mais um cavalo e nas ruas molhadas, muitos caras durões. O que quero saber é em que o Homem invisível pensa quando os pássaros riem e os insetos zumbem, que cor têm os seus olhos quando se apaixona, o que dizem os bizões quando o homem invisível os cavalga.
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
dying
tudo bem, eu me perdi daqui. me perdi do lugar onde mais eu me sentia à vontade. supressão de palavras, felizmente não por detrimento dos silêncios. foi só uma combinação. eu não me sinto mais à vontade. talvez mude, ou não. mas, se foi aqui onde há dois anos eu disse adeus.. é aqui onde eu digo um adeus travestido de boas vindas a mim mesma. o saber há de esperar o meu querer manifestar-se e então retornarei à rotina.
mas é que eu ando tão distante de mim que às vezes esqueço de me alcançar. e penso que talvez alguns mereçam realmente o benefício da dúvida. talvez esse mesmo benefício os ajude a compreender que acordar todos os dias com o vazio preenchendo-se nada tem a ver com observar todo o mundo completando-se.
há de confessar-se que a cura para todas as dores não encontra-se num único frasco. e que você pode não ser a pessoa exata a mediar alegrias e sofrimentos. mediar não, mas quem sabe estar sobre os extremos de cada um deles.. quem sabe! quem sabe, talvez, você não seja a exata dor ou a exata alegria? e quem sabe quando isso passa?
mas é que eu ando tão distante de mim que às vezes esqueço de me alcançar. e penso que talvez alguns mereçam realmente o benefício da dúvida. talvez esse mesmo benefício os ajude a compreender que acordar todos os dias com o vazio preenchendo-se nada tem a ver com observar todo o mundo completando-se.
há de confessar-se que a cura para todas as dores não encontra-se num único frasco. e que você pode não ser a pessoa exata a mediar alegrias e sofrimentos. mediar não, mas quem sabe estar sobre os extremos de cada um deles.. quem sabe! quem sabe, talvez, você não seja a exata dor ou a exata alegria? e quem sabe quando isso passa?
sábado, 28 de novembro de 2009
meu bom dia
Gostaria de escolher entre o bom e o mau, mas a verdade é que as suas únicas possibilidades eram o mau e o pior. Foi então que ele disse a si mesmo: "Ainda bem que tenho uma alternativa!" E sorriu.
(:
(:
terça-feira, 10 de novembro de 2009
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
estou viva
sem medo não há sensação mas o medo deve ser abstrato.temer o real esmaga você contra a sua própria sombra.sem medo a vida é oca e remota como um buraco sideral.o medo esquenta o sangue, é vida.o medo do real estraga o estômago, faz você ficar muito tempo no banheiro, é morte. temer o real é como acreditar numa mulher que garante amar você e não lhe da o cu.nada real justifica dar um tiro na cabeça mas basta para partir em duas qualquer mosca que queria zumbis no seu ouvido.
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